A TOXICIDADE ESTÁ NOS PAIS E NÃO NAS VACINAS

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Não vacinar os filhos com base no pressuposto de que os efeitos secundários poderão ser mais adversos do que os benefícios que a vacina trará, é um ato grave de negligência, igual a todos os outros que envolvem as crianças. Não falamos de coisas inócuas. Os pais tomam decisões pelos filhos até eles completarem a maioridade. Uns resolvem furar as orelhas às meninas, outros optam por serem elas a decidir sobre o assunto quando tiverem idade. Uns resolvem batizá-los em bebés, outros esperam que sejam eles a decidir se querem o batismo. Tudo certo e muito bem! Mas aqui não há espaço para tópicos relacionados com a negligência, nomeadamente com a recusa do acesso à saúde, quando esta é fortemente indicada.

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