FRAGMENTOS: REMAR ATÉ À VIDA

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Gostava de ouvir os remos mergulharem no mar. O pôr-do-sol atrasara-se já para as oito, os passeios alongavam-se. De passagem para a segunda enseada, imobilizou os braços e os remos. Um barco sem âncora nem passageiros à vista. Apressou-se, enquanto se retesava numa premonição estranha.

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