CARTA ABERTA A TI

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Começo esta carta por pedir-te desculpas. Desculpas porque não sabia disto e, por não saber, também sou cúmplice.
Não fazia ideia que o número de mulheres vítimas de mutilação genital era tão grande e que há uma enorme possibilidade de tu seres a jovem que se senta ao meu lado no metro da linha amarela para ir para a faculdade, que sejas a mulher que trabalha ao meu lado na empresa e vive isto em silêncio. E eu não imaginava o tanto que te roubaram.

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