DA TOLERÂNCIA: HÁ ESPERANÇA PARA OS HOMOSSEXUAIS

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No dia 16 de novembro celebrou-se o dia internacional da tolerância (instituído pela ONU, aqui). Na semana anterior, foi divulgada uma entrevista da Maria José Vilaça, Presidente da Associação dos Psicólogos Católicos, durante a qual a visada afirmava o seguinte: “Eu aceito o meu filho, amo-o se calhar até mais, porque sei que ele vive de uma forma que eu sei que não é natural e que o faz sofrer. É como ter um filho toxicodependente, não vou dizer que é bom”. No dia 13/11, a Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) emitiu um comunicado demonstrando repúdio pela comparação, explicando que «estas declarações não apresentam qualquer tipo de base científica e que considera que estas apenas contrariam a defesa dos direitos humanos, da evolução e equilíbrio social, e dificultam a afirmação dos psicólogos na sociedade que tem sido prosseguida com enorme dedicação e empenho por múltiplas/os psicólogas/os».

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