O DIA EM QUE A MÃE DECIDIU NÃO O PERDOAR MAIS

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A “porca”, como ele lhe chamou naquela noite de Inverno de 2007, momentos após lhe ter atirado um copo para cima sem nenhum receio de que os vidros lhe penetrassem a pele, perdoou-o. Na manhã seguinte ele implorou que ela o desculpasse, abraçando-a e beijando-a como se a amasse incondicionalmente e nada tivesse acontecido na véspera. Ele chamava amor àquela forma absolutamente doentia de gostar.

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