NÃO, EU NÃO ATIREI O MEU RAMO DE NOIVA

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Era miúda e adorava o momento de apanhar o ramo da noiva. Ser alta dava jeito e cedo aprendi a estratégia de ficar mais para trás, porque era mais fácil correr para a frente do que recuar às cegas. Num casamento, apanhei o ramo juntamente com outra rapariga e cedi-lho. Achei que aquilo poderia não ser bom agoiro para o futuro da minha vida amorosa. Na última vez que apanhei um ramo, uma outra convidada loura arrancou-mo das mãos com tal veemência que fiquei apenas com uma rosa entre os dedos. E aquele, sim, poderia ter sido um agoiro muito complicado de digerir.

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