O MEU 25 DE NOVEMBRO ÉS TU, N.

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Sempre que há uma manifestação pela liberdade, pela igualdade ou por alguma causa que o meu coração assista com particular atenção, num dia simbólico, eu estou lá.
Faço-me presente. Em silêncio ou em gritos de protesto, sozinha ou com alguma amiga, eu vou. Não podemos ver acontecer a desigualdade, a injustiça, o falhanço da proteção de direitos humanos no mundo em que vivemos sem intervir sempre que podemos, sem fazer parte da resistência, sem ser o corpo dessa resistência.
Este ano, por uma razão alheia à minha vontade, eu não iria a nenhuma celebração do 25 de novembro. Pensaria em tantas mulheres vítimas de violência, recordaria as mortas que se tornaram números, mas não iria a nenhuma.

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