“ONTEM MATARAM-ME”

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E sofri, porque já não estou aqui. Mas tu estás. E és mulher. E tens que aguentar que continuem a esfregar-te na cara o mesmo discurso de “fazer-se respeitar”, de que a culpa é tua quando gritam e querem pegar/lamber/chupar os teus genitais na rua por usares uns calções com 40 graus de calor, de que se viajas sozinha és uma “louca” e muito provavelmente se aconteceu alguma coisa, se espezinharam os teus direitos, tu é que te puseste a jeito.

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