PARA DE APONTAR O DEDO

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Para de apontar o dedo, sim tu, que estás aí de dedo em riste!

E para esta crucificação, não vai nada, nada…Tudo! Ao longo desta minha curta existência posso afirmar que nesta luta pela igualdade, os dois sexos têm culpa no cartório. Aliás, é sempre assim, quando há várias partes envolvidas num litígio, ninguém pode fugir com o rabo à seringa. Se existe o conceito de género, esse conceito foi alimentado e muito pelo sexo feminino. Sim, temos culpa. Sim, temos de apontar os dedos à ferida.

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