REFUGIADOS EM NÓS por Bárbara Alves da Costa

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Temos o suficiente. Papel para escrever. Um smartphone. Um tablet. Internet. Eu escrevo. Ele desenha. Temos o mais importante: família, estrutura, amigos, e cérebro. Temos, acima de tudo, obrigação de ensinar aos nossos filhos que, se um dia precisarem de ajuda, alguém, como nós, há-de fazer a diferença.
Enviei hoje o email a oferecer-nos como família de acolhimento.
Temos pouco para dar. Apenas a certeza que podemos ser o apoio e o abrigo de alguém, como nós. Com crianças.
Terminei de escrever. Desci a escada e tudo dorme. Sorrio. A vida pode ser assim mesmo. Recomeçar. Bastou uma frase.  É um caminho. E amanhã cá estaremos. Para mais notícias ao pequeno-almoço.

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