DICOTOMIAS

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Suponhamos que a uma/um advogada(o) lhe é atribuído como patrocinada oficiosa uma avó paterna.

Suponhamos que essa avó vem sempre acompanhada às consultas pelo seu filho, que é o pai da criança, cuja coloquialmente chamada “guarda” está a ser regulada num processo judicial com o nome de Regulação das Responsabilidades Parentais. Apesar do necessário avanço na alteração do nome do processo – anteriormente chamava-se Regulação do Poder Paternal – ainda existe um pendor pronunciado da palavra, e consequentemente da figura, pai. Porque não chamar-se apenas “Regulação das Responsabilidades para com a Criança”.

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