MON ROI

1927

 

 

 

 

Marie Antoinette, simplesmente, Tony (Emmanuelle Bercot) e Georgio (Vincent Cassel) sentem uma potente atração física um pelo outro, numa relação vertiginosa que tem tanto de intensa como de tóxica, e nada de saudável. (Re)conhecem-se num acaso da noite e Georgio rapidamente cativa Tony com as suas loucuras cómicas e teatrais. Tony deixa-se envolver, sentindo-se especial e amada. Rapidamente, muito mais do que o desejado, diriam os precavidos, e até alguns dos incautos, a relação torna-se num turbilhão de emoções. Georgio quer casar com Tony. Casam. Georgio quer um filho de Tony. Geram. Georgio quer sair de casa. Sai. Georgio quer manter a relação. Mantêm. Georgio quer sair. Georgio quer entrar. Georgio quer chegar. Georgio quer ir. Georgio tudo alcança. Tony vai progressivamente perdendo a vontade de estar, ou manter-se, com Georgio, mas tem dificuldade em desamarrar-se dele. A relação vai, pois, avançar (evoluir seria um eufemismo) aos altos e baixos, provocando sofrimento em todos quanto toca.

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