SUPONHAMOS A SUPERIOR ARROGÂNCIA DO JUIZ

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Suponhamos que desta vez é diferente. Sinto um frio na barriga, sinto que estas meninas são minhas de certa forma e sinto uma insegurança terrível que procuro disfarçar.

Suponhamos que, enquanto percorro com elas o infinito corredor do Tribunal surge da mais nova, que levo pela mão, a pergunta: “Achas que vou ter de ir com o meu pai?”.

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