SUPONHAMOS A SUPERIOR ARROGÂNCIA DO JUIZ

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Fixando-me com um olhar incrédulo de espanto pela minha ousadia, adianta o funcionário “Aqui as coisas não são assim. O Dr. Juiz ouve os menores sozinhos, sem mais ninguém!”

Suponhamos que fico incrédula e levanto imediatamente a guarda, argumentando que em lado nenhum assisti a tal procedimento, e insisto em falar pessoalmente com omnipresente juiz que me recebe do alto da sua arrogância e insensibilidade, informando-me, assim que cruzo a porta, de que ali quem manda é ele e que ouve sempre as crianças sozinho sem mais ninguém, e que se eu não concordo posso sempre reclamar, mas que ali é assim!

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