DANIELA REIS

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Missing the sun
Missing the sun
Não tenhas nada nas mãos
Não tenhas nada nas mãos
Sem título
Sem título

DANIELA REIS (1980)

Licenciatura e Mestrado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Pós-graduação em Treino de Liderança e Desenvolvimento de Equipas no ISPA.

Frequentou o curso de Desenvolvimento Artístico com a Marta Wengorovius, o curso de Pintura da Sociedade de Belas Artes de Lisboa, o workshop de Técnicas de Vidro na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, o curso de Formação de Monitores de Expressão Plástica da Fundação Calouste Gulbenkian e as aulas de Espaço e Criatividade da professora Helena Carqueijeiro também na Gulbenkian entre outras formações e workshops..
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

2016 „A Sombra Domesticada“, Acervo – Arte Contemporânea, Lisboa
2014 Casa do Alentejo, Lisboa
2013 Centro de Artes de Sines, Sines
2013 „Estórias para Musicar Sonhos“ – A Mimosa da Lapa, Lisboa
2013 Hotel Londres, Estoril
2013 Hotel Golf Mar, Porto Novo
2013 “A noite é imensa e já não tem ruídos” – no Be|bel Bistro, Lisboa
2012 “Enquanto Fico no Escuro a Ouvir os Passos” – Carnide, Lisboa
2011 “Compilação de Beijos e Pardais em Dias de Sol“ – no Be|bel Bistro, Lisboa
2011 “A Eternidade e Um Dia” – na Biblioteca Orlando Ribeiro, Lisboa
2003 Ministério das Finanças (SOFE)
2002 “E agora? Agora ainda não” – na Associação Guilherme Cossoul, Lisboa
2001 “Poeira de Estrelas” – na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, Lisboa
2000 Junta de Freguesia de Carnide, Março, Lisboa
EXPOSIÇÕES COLECTIVAS

2016 „In good hands – 1ª Mostra Anual da Colecção Acervo“. ISEG, Lisboa (curadoria Acervo)
2016 „30 x 30“, Acervo – Arte Contemporânea, Lisboa
2016 „Não sei quantas almas tenho“, Acervo – Arte Contemporânea, Lisboa
2013 “100 Pontos à Vista” no espaço público, Carnide
2013 “Caixa para Musicar Sonhos”
2013 Intervenção Mural Colectiva – com a Galeria Nómada, inserido no projecto NAVE, Carnide, Lisboa
2013 Intervenção Mural Colectiva – na Associação MOB – Bairro Alto, Lisboa
2006 Projecto „Mulher Verde Mãe“, em Veiros, Estremoz
2005 Centro de Cultura e Desporto da Direcção-Geral dos Impostos
2004 Ministério das Finanças (Praça do Comércio)
2001 Junta de Freguesia de Carnide, Lisboa
2001 Teatro Taborda, associada à peça „Mar Me Quer“, de Mia Couto, pelo Teatro Meridional, Lisboa
1999 Baile, Maçussa, Azambuja
1999 Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, Lisboa
1998 Casa-Museu Mestre João da Silva, Lisboa
1997 Baile, Maçussa, Azambuja
ILUSTRAÇÃO

2013 Ilustração para o livro „DELÍRIO – Para Além das Fronteiras do Tempo e do Espaço (Manifesto Précaliptico)“, de Pedro Virgílio Cunha

 

Logo AcervoSobre a Acervo

A Acervo é uma galeria e agência de arte dedicadas à identificação e promoção da melhor arte emergente portuguesa. É seu objectivo, por um lado, a condução de iniciativas de impacto que promovam a arte portuguesa em contexto nacional. E, por outro, a exportação de talento nacional, por via do estabelecimento de parcerias com galerias e residências artísticas estrangeiras, da promoção de projectos de curadoria além fronteiras e da participação em feiras internacionais de arte.

Apesar de ser um projecto muito jovem, a Acervo trabalhou, neste primeiro ano de actividade, com 35 artistas plásticos em 10 exposições da sua curadoria, incluindo alguns dos principais nomes da arte emergente em Portugal.

Para breve estão marcadas duas exposições individuais com Cristina Troufa e Juan Domingues em Mayfair, Londres (D-Contemporary), a participação de Daniela Reis numa residência artística internacional em Berlim e uma exposição em Nova Iorque, EUA. Temos ainda em curso projectos para a criação de uma residência artística nacional (a acontecer, a primeira residência artística completa em portugal) e uma exposição de escala – acompanhada de uma monografia composta por artigos de alguns principais críticos nacionais – dedicada à arte portuguesa contemporânea no início do séc XX (uma iniciativa também sem precedentes em Portugal).