“JANELA INDISCRETA: INTERIORIDADES” por Lara Roseiro

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«A casa, mais ainda que a paisagem, é um “estado de alma”. Mesmo reproduzida no seu aspeto exterior, ela fala de uma intimidade.» Gaston Bachelard

A interioridade da Casa, como refúgio íntimo, continua a dar mote ao processo criativo. Este território do foro privado, um habitáculo da alma, torna-se o ponto de partida de um espaço reservado que confere interioridade e simboliza um recipiente de todas as intimidades. A Casa é, pois, o lugar físico habitável pela presença humana que alberga a alma dentro de si como uma marca invisível.

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