Sofia Fonseca Costa - resultado da pesquisa

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  Quem já amou sabe que o amor é um cavalheiro. Não é repentino e avisa sempre antes de chegar. Não é que bata à...

  O Verão está a começar e já não o suporto. Sou pessoa de inverno, chuva, frio, chá quente e aconchego nas mantas com os...

  Aquele sonho que te fez inventar novos mapas com caminhos e trilhos tantas vezes e que faz o teu coração acelerar quando falas sobre...

Amor - é a primeira vez que te chamo assim - quero dizer-te que te amo. Quero que todos o saibam. E que o...

"Por favor, deixe o meu filho participar e não se zangue com ele, como fazem os seus colegas, porque ele não entende como nós." Apareceu-me...

Sim, chamei-te gorda. E fi-lo com todas as letras possíveis. Não te enganes. Não queiras ser o que não és. Assume o teu peso, o...

Descobri-te com as mãos a tremer, a voz a fugir-me para longe e a esperança a empurrar-me para a vontade de tudo a correr...

Poema(r-te) Imaginei-te tanto quanto te quis. O tal. Aquele que tudo faz mudar cá dentro, que alenta os finais felizes e a esperança. Chegaste-me há tantos...

Estava prestes a chegar ao final o ano 1984, quando os pais a receberam no colo. Desconfia-se que tenha caído no pote que há...

Com medo de perder a oportunidade que lhe parecera tão favorável, chegou mesmo a implorar que a levasse, não via como se sentia só e sem caminhos? Porém, a morte suspirou, virou costas e fechou-lhe as portas. «Estás só? Talvez seja melhor assim», disse-lhe a morte, já do outro lado, afastando-se no seu passo arrastado de quem carrega o pior fardo do mundo. Já sem esperança de conseguir pôr um ponto final na sua existência, debateu-se com a vida, que, mais tolerante, aceitaria recebê-la de novo.
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