Sofia Fonseca Costa - resultado da pesquisa

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  Dezembro este mês tão especial. Chega o frio, as mantas quentinhas, as pantufas, os filmes de Natal, nem que sejam aqueles repetidos mais de...

  Sentadas na esplanada, naquele final de tarde, ela diz-te com uma voz forte: " ele não te merece" , "não vale a pena, és...

É difícil estar longe da pessoa que amamos. Cada dia é uma luta. Cada dia é uma saudade. Cada dia é uma espera. Mas...

O meu nome é Sofia. E o meu sobrenome é saudade. Tenho saudades da minha família, das minhas amigas, do meu amor. Tenho saudades...

Quando chego ao limite, começa tudo de novo: a falta de ar, o choro descontrolado, as mãos trémulas, o aperto no peito. Os ataques em si são a parte mais fácil de lidar. Sentar, adotar a posição correta, controlar a respiração, ficar calma. Podia muito bem ser só esse o momento de ansiedade. Já preparada para lidar com a situação, estes episódios seriam mais suportáveis, mas infelizmente, ter ansiedade é bem mais complexo que isso.

Não está bem quando acordas ansiosa. Não está bem quando te dói a barriga a caminho da escola. Não está bem quando tens vontade de te esconder dos teus colegas. Não está bem quando deixas de conseguir ouvir o professor porque os risos e os sussurros são ensurdecedores. Não está bem que te sintas violentada sempre que te despes no balneário. Não está bem que critiquem as tuas roupas e a forma como escolhes vestir-te.

Um filho que acredita é um filho que conquista! Contagiemo-nos, os Pais, na capacidade de educar na perseverança e na esperança. Ensinemos que só não conseguirão aquilo que não quiserem, que todo o mundo lhes é possível desde que invistam e se apaixonem. Não tenhamos medo de os iludir: se os nossos filhos crescerem na certeza das suas capacidades eles serão os maiores mestres a definir os sonhos à sua altura.

16h, Largo do Intendente - Praça do Rossio Em mais um 25 de Novembro, as organizações subscritoras convocam todas as pessoas para uma marcha que assinala...

A nossa sociedade é ainda o reflexo do machismo quando as vítimas de violência doméstica é que têm de sair de casa e ficam completamente desprotegidas, porque leis, entidades e associações não sabem dar resposta a este flagelo. Sei do que falo porque já me vivi este problema quando era pequena. Enfim, ainda existe um longo caminho a percorrer...

― Dona Alcina, está a ouvir-me? O cenário mudara. Uma jovem vestida de branco, sorria-lhe de forma paternalista. Estendida na maca, com a roupa de hospital a cobrir-lhe o corpo, estranhou a mudança.― Mãe? Consegue ver-nos? A cara do filho rente à sua. A voz de Maria Alcina embrulhava-se nas palavras, enquanto a confusão se dissipava.
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